Com a isenção total de tributos na importação de máquinas e equipamentos, os investimentos cresceriam significativamente a ponto de elevar o PIB?

 SIM
 NÃO

 
 

Na segunda semana de setembro, superávit chega a US$ 997 milhões

12/09/2016

A segunda semana de setembro, com quatro dias úteis, registrou superávit comercial de US$ 997 milhões, resultado de exportações de US$ 3,458 bilhões e importações de US$ 2,461 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 4,956 bilhões e as importações, US$ 3,470 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,486 bilhão. Já no acumulado do ano, as exportações somam US$ 128,527 bilhões e as importações, US$ 94,669 bilhões, com saldo positivo de US$ 33,858 bilhões. Os dados foram divulgados hoje pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

As exportações, na semana, tiveram média diária US$ 826 milhões, desempenho 15,5% acima da média registrada na primeira semana do mês (US$ 748,7 milhões). Nessa comparação, cresceram as vendas externas de produtos semimanufaturados (34,5%) – em razão de celulose, semimanufaturados de ferro e aço, ouro em forma semimanufaturada, ferro-ligas, óleo de soja em bruto – e básicos (24,6%) – devido a petróleo em bruto, carne de frango, milho em grão, café em grão, farelo de soja. Entretanto, decresceram as vendas de produtos manufaturados (-3,5%), por conta, principalmente, de tubos flexíveis de ferro/aço, veículos de carga, polímeros plásticos, autopeças, óxidos e hidróxidos de alumínio.

As importações apresentaram média diária de US$ 615,3 milhões, valor que foi 22% maior que a performance registrada na primeira semana do mês (US$ 504,5 milhões), explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, veículos automóveis e partes, químicos orgânicos/inorgânicos e adubos e fertilizantes.

Mês

No acumulado do mês, as exportações têm média diária de US$ 826 milhões. Em relação a setembro de 2015, quando a média diária foi de US$ 769 milhões, houve crescimento de 7,4%, puxado pelo desempenho de produtos das três categorias: semimanufaturados (+31,7%) – principalmente, açúcar em bruto, ouro em forma semimanufaturada, madeira serrada ou fendida, manteiga, gordura e óleo, de cacau, celulose e couros e peles – básicos (5%) – por conta de minério de cobre, petróleo em bruto, carnes suína, de frango e bovina, café em grão – e manufaturados (+1,5%) – devido a óleos combustíveis, veículos de carga, automóveis de passageiros, tubos flexíveis de ferro e aço, produtos laminados de ferro e aço, açúcar refinado.

Na comparação com agosto de 2016, quando a média diária das exportações foi de US$ 738,7 milhões, o crescimento das exportações foi de 11,8%, com aumento das vendas externas de semimanufaturados (21,7%); básicos (13,9%) e manufaturados (6,2%).

Do lado das importações, a média diária no mês é de US$ 578,4 milhões, valor 8% menor que o registrado em setembro de 2015 (US$ 628,7 milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (-23,7%), adubos e fertilizantes (-21,5%), siderúrgicos (-15,9%), equipamentos mecânicos (-15,5%) e farmacêuticos (-14,2%). Já na comparação com agosto deste ano (média de US$ 558,7 milhões), houve crescimento de 3,5% devido aos desembarques de cereais e produtos de moagem (+40,6%), veículos automóveis e partes (+31%), siderúrgicos (+24,2%), produtos plásticos (+5,1%), produtos químicos orgânicos e inorgânicos (+4,7%) e equipamentos eletroeletrônicos (+3,4%).



Voltar


BRASIL




GERAIS




adm  ABRACEX - Associação de Comércio Exterior do Brasil - Todos os direitos reservados - ©2017