Com a isenção total de tributos na importação de máquinas e equipamentos, os investimentos cresceriam significativamente a ponto de elevar o PIB?

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Facilitação de comércio deve ampliar intercâmbio com os EUA

09/04/2014

 

Em reunião hoje, no Departamento de Comércio dos Estados Unidos (DoC), o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Daniel Godinho, afirmou que o intercâmbio comercial com o país deve ser ampliado a partir de medidas de facilitação de comércio e ainda da análise de oportunidades estratégicas para setores produtivos que garantam acesso mais efetivo ao mercado norte-americano. 

 

“Medidas de facilitação de comércio podem ter um impacto direto para os exportadores brasileiros, dando-lhes maior competitividade em setores específicos com redução significativa de custos operacionais”, disse. Godinho propôs às autoridades do governo norte-americano que os dois países liderem o processo de implementação das medidas previstas pelo Acordo de Facilitação de Comércio, estabelecido em Bali, em novembro do ano passado, durante a Conferência Ministerial promovida pela Organização Mundial do Comércio (OMC). 

 

“O Brasil está comprometido com a implementação plena das medidas do acordo de Bali. Além de medidas que serão adotadas automaticamente, outras treze serão implementadas por meio do Portal Único de Comércio Exterior”, declarou o secretário em referência ao programa do governo federal que objetiva integrar os 22 órgãos anuentes das exportações brasileiras em uma única plataforma de interação com os operadores. 

 

Pela primeira vez, a reunião no DoC foi aberta à participação direta de representantes da iniciativa privada brasileira que puderam apresentar suas visões sobre oportunidades para aumentar o fluxo de comércio e investimentos às autoridades dos governos dos dois países. Em seqüência à reunião, foi realizada um almoço na Câmara de Comércio dos Estados Unidos, com dezenas de empresários americanos e brasileiros dando continuidade ao diálogo entre governo e setor privado. “Para termos resultados concretos na nossa relação bilateral, os setores privados de ambos os países precisam participar ativamente da agenda de trabalho que desenvolvemos”, considerou o secretário.   



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